QUALIDADE E SEGURANÇA DO DOENTE

Qualidade e segurança do doente
2020-10-21
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Descrição



COVID-19: Por detrás da linha da frente

Objetivos:

- Minimizar o risco de transmissão da infeção por SARS-COV-2 em profissionais, associado à falta de EPI;  
- Minimizar o risco de transmissão da infeção por SARS-COV-2 a utentes, associado à falta de EPI;
- Garantir a acessibilidade do cidadão à sua unidade de saúde em segurança; - Promover a utilização correta de EPI em todas as unidades de saúde e ADC;
- Garantir a distribuição equitativa de EPI às unidades e ADC de acordo com as boas práticas definidas;
- Formação sobre EPI e sua utilização a todos os profissionais do ACeS ao serviço, nomeadamente: assistentes operacionais, assistentes técnicos, enfermeiros, funcionários de empresas de prestação de serviços de limpeza e segurança, médicos, motoristas, nutricionistas, psicólogos, técnicos superiores, técnicos superiores de saúde, técnicos de saúde ambiental, entre outros;
- Utilização de metodologias digitais para reuniões, formação e literacia em saúde;
- Caracterização detalhada das UF e ADC (número de utentes e número de profissionais);
- Caracterização detalhada da atividade assistencial das UF e ADC (número de consultas presenciais, médicas e de enfermagem e número de visitas domiciliárias semanais);
- Cálculo do número médio de EPI necessários à prestação de cuidados por semana por UF e ADC;
- Elaboração de instrumento de registo de monitorização dos consumos (níveis de stocks) por UF e ADC;
- Elaboração de instrumento de registo de distribuição de material;
- Redação e divulgação de orientações e procedimentos internos, cartazes e flyers, que incluem informação sobre utilização correta de EPI, pelas UF e ADC;
- Consultoria com emissão de pareceres sobre fichas técnicas para aquisição de EPI pelo ACeS;
- Construção de um projeto de investigação (em elaboração).



Covid-19 | Prevenção Quedas em Ambiente Hospitalar  

Objetivos:

a) Reconhecer a importância da qualidade e segurança nos cuidados de saúde prestados, sensibilizando os profissionais para a problemática das quedas que ocorrem na instituição neste contexto da pandemia; b) Fomentar a segurança do doente e por inerência a qualidade dos cuidados prestados;
c) Identificar as mudanças na prática de enfermagem que afetam a prevenção de quedas devido às demandas de isolamento estrito;
d) Comparar as mudanças de processo que podem ser implementadas para aumentar a prevenção de quedas;  
e) Integrar intervenções clínicas para reduzir as barreiras à prevenção de quedas
f) Envolvimento do doente com COVID-19 no ambiente de isolamento para a prevenção de eventos adversos;
g) Integrar intervenções para a prevenção de quedas;
h) Contribuir para a melhoria contínua da qualidade e da segurança dos cuidados de saúde traduzida pela taxa de eficácia/ efetividade na prevenção de quedas;
i) Dotação de material preventivo para o gerenciamento do evento adverso queda através da atribuição cintos de segurança de faixa abdominal e pélvico e meias antiderrapantes que permitam assegurar de modo eficaz a segurança do doente em isolamento por COVID-19;
j) Avaliar o impacto (económico) da implementação destas estratégias preventivas.



Estreitar distâncias

Objetivo principal:
Promover uma humanização efetiva durante o internamento hospitalar. 

Objetivos secundários:
1. Facilitar a comunicação entre os familiares e os utentes internados;
2. Promover a segurança e qualidade da informação transmitida ao convivente significativo;
3. Simplificar o processo de acesso à informação clínica e ao acompanhamento do estado geral dos utentes internados;
4. Aumentar a satisfação e a envolvência de todos os “stakeholders” que intervêm no processo clínico;
5. Diligenciar a possibilidade de uma visita do convivente significativo a utentes em fase terminal.

          

Manter a qualidade perante a adversidade – a experiência da USF do Minho na luta contra a pandemia

Objetivos:

- Manter a atividade assistencial e a prestação de cuidados de qualidade aos utentes durante o período da pandemia;
- Evitar a contaminação entre utente-profissional, utente-utente e profissional-profissional;
- Dar resposta célere às normas e orientações emitidas pela DGS.



Manter um rosto humano na resposta à Covid-19: programa de gestão de visitas aos doentes internados na Unidade de Cuidados Paliativos do Hospital de Cantanhede

Os cuidados paliativos assentam em quatro pilares fundamentais: controlo sintomático, comunicação eficaz, trabalho em equipa e apoio à família.

Assim, os objetivos foram:
• Promover a qualidade de vida do doente preservando a integração nos cuidados da participação da rede social de apoio;
• Criação de um programa de gestão de visitas ajustado à situação atual de pandemia;
• Uniformizar práticas de prevenção e controlo de infeção no âmbito da pandemia COVID-19;
• Manter uma comunicação eficaz entre todos os envolvidos no processo;
• Satisfazer as necessidades multidimensionais do doente, mormente a manutenção da rede social de apoio.


Prevenção e Promoção da Saúde Pública na Pandemia COVID-19-: No combate ao Grande Vírus: Trinka, João e a Comunidade trabalham juntos.

A utilização desta história, folheto e guia de perguntas tem o objetivo de:
- Dar às crianças, aos pais, aos educadores e/ou aos profissionais, ferramentas para abordar a pandemia e o confinamento, pois pode criar oportunidade para conversas difíceis, mas importantes, informativas e preventivas sobre a COVID-19;  
- Apoiar e desenvolver um conjunto de competências conscientes e compassivas para lidar com situações mais difíceis (nas crianças, adultos e profissionais);
- Envolver esforços e parcerias para fortalecer os fatores de proteção e promover a resiliência das crianças e famílias ao impacto psicológico causado pelo Covid-19;
- Abordar o stresse e/ou trauma no sistema familiar, particularmente para as crianças; 
- Disponibilizar ferramentas/estratégias uteis para lidar e intervir precocemente em situações de crise (como é o caso da pandemia);  
- Permite, ainda, reconhecer, valorizar e congratular todos os profissionais da linha da frente.


Retoma da atividade cirúrgica ambulatória em contexto COVID-19 – adaptação a uma nova realidade

Objetivos:

● Antecipar a preparação dos profissionais para a retoma segura da atividade cirúrgica;
● Retomar a atividade cirúrgica em ambulatório no contexto de pandemia por COVID 19, preservando a segurança de profissionais e utentes do CHMT;
● Garantir a 100% a segurança e manutenção da qualidade dos cuidados prestados;
● Garantir o rápido retorno à atividade cirúrgica das diferentes especialidades;
● Contribuir para a redução das listas de espera;
● Manter o nível de satisfação/ confiança dos doentes/ famílias na UCA.